segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

A respeito de São João

Afff. Muito me foi cobrado a respeito da viagem para São João do Piauí. Vou lembrar o que aconteceu na data.

A ida foi super super, ou supertrip (hehe), como queira. Já estávamos todos no carro, quando recebemos a notícia que iríamos levar um passageiro extra. Foi-se a folga no banco traseiro do carro. Lá se vem o Iraildon, o cabecinha.

Seguimos viagem. Enquanto os nobres colegas conversavam sobre trabalho, nós da frente, o motorista e eu, conversávamos assuntos diversos, com pausas nas conversas para comentar fotos e músicas. Ouvíamos Roberto Carlos, de Teresina a Oeiras, e de lá para o destino final (São João do Piauí) só dava Alceu Valença, com direito a reprise de Morena Tropicana. Eita saudade de tempos de outrora.

Em Oeiras, resolvi brincar sério. Nada de almoçar em rodoviária, nada contra o local, mas merecíamos algo diferente. Almoçamos no restaurante do posto, onde nosso pessoal abastece os carros da empresa. Almoço pedido, almoço consumido, chega a conta, que repasso na maior cara lavada para o quinto elemento.

Seguindo viagem, creio que paramos apenas em Regeneração para comprar remédio contra enjoos.

Mais uma vez aquela linda visão do mundo lá embaixo. Adoro ver o Piauí todo verde.

Chegamos a São João com o sol a mostrar as belezas da cidade, seus morros, montanhas, sua gente e um lindo céu avisando que iria chover. E choveu! Pense num monte de mosquito, besouro, que apareceu na cidade! Diversas espécies que eu sequer conhecia.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Experiência do conhecimento

Passei 8 dias na região Sul do Estado, em São João do Piauí, para participar do 2° Festival da Uva. Para mim, esta experiência foi única, em muita coisa. A primeira foi tanto dia fora de casa a trabalho (mas isso é fichinha), a primeira vez que eu visitava a cidade (amei), depois foi testar minha resistência convivendo com uma pessoa que eu tinha certa distância.

Eu gostei da viagem, gostei de cada descoberta. Aprendi a gostar deste cara. Ao menos estava ali, vivendo, observando. Em um simples conversar, floravam sentimentos de amor e ódio, desprezo e admiração. Respeito também, naqueles momentos aprendi a conhecer o trabalho dele, já o via com olhos diferentes, ao menos foi assim depois que retornei a Teresina.

Se necessário fosse, viveria tudo de novo, atuzigando a paciência dele com minhas palavras. Faria até a mesma macarronada, a mesma comida francesa (restô dontê).

A viagem foi excelente, tirei muitas fotos, principalmente, de montanhas, chapadas, serras. Amo estas imagens. Mas tirei fotos da cidade, da equipe em diversas situações. Cada viagem é uma aventura deliciosa de se viver, mesmo que a paisagem seja já velha conhecida.

As fotos depois publico.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Estímulo egoista

Peço desculpas a quem tenta me acompanhar, neste blog. Minhas ausências são, em sua maioria, ocasionadas pelo egoismo característico do ser humano. Sem contar a incerteza que o silêncio do outro lado, do leitor (ou possível leitor), provoca. Como digo sempre: dê dois pulinhos se você está me lendo.

Brincadeiras à parte. Ultimamente, tenho refletido muito sobre diversos assuntos. O mais recente é sobre o desânimo ocasionado por palavras e atos. Falta-nos a responsabilidade com o outro. Aquilo que dizemos, que fazemos, reflete naqueles que nos cercam.

O estímulo é interno, mas sem o externo, desconfio que ele não dê frutos. Um exemplo disso é que eu preciso deste espaço para falar, preciso ainda de cada um que lê. Do outro lado deve ter alguém que gosta de minhas palavras, que tentam ser coerentes e corretas (ao menos gramaticalmente).

domingo, 8 de novembro de 2009

Acessibilidade com Respeito II

Esta rampa é na porta de um escritório próximo à minha residência. Um exemplo! Pensaram na altura. Tudo bem que o batente de entrada é baixinho, mas facilita a vida desta parte da população. Valeu pela iniciativa.

E se o batente fosse alto, como seria? De certo igual aos demais que encontramos no Centro Comercial de Teresina.

Acessibilidade é mais que uma rampa. Tem banheiro. Hospitais e clínicas na cidade não possuem banheiros adaptados à esta parcela da sociedade. Por que ainda estão excluídos?

Falta mais!

Encontramos pessoas com deficiência, qualquer que seja ela, trabalhando, em Teresina. Ou seria subtrabalhando?! Estão limpando o chão, arrumando prateleiras em supermercados. E estão sempre sorrindo, estão cientes que ocupam a mente produzindo.

Acessibilidade aos cursos profissionalizantes. Acessibilidade aos cursos universitários. Acessibilidade aos bons empregos e bons salários. Acessibilidade ao bom dia, boa tarde.

Acessibilidade, um direito, um dever de todos.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Acessibilidade com Respeito

Praticar a acessibilidade. Tornar possível que pessoas com deficiência, qualquer que seja ela, levem uma vida prática igual a que um cidadão e cidadã tenham direitos e deveres. Tudo isso e muito mais é válido para a boa convivência neste planeta Terra.

Lojas, escritórios, praças, ruas de Teresina já têm esta preocupação, louvável, até. Só não tenho a informação de que algumas vias públicas tenham sido gerenciadas por engenheiros, arquitetos, e sob a orientação de fisioterapêutas, ortopedistas, representantes das pessoas com deficiência.

Vejo nas ruas da cidade, diversos modelos de rampas para cadeirantes. Esta da foto é de doer. Doer a mão de quem quer entrar na loja com sua cadeira de rodas, pois vai ter que suar para subir por esta montanha-russa. Para aqueles que não possuem deficiência física, corre o risco de se estatelar no chão ao cruzar, cortar, a rampa. Quase fui uma deles.

Aviso aos representantes das pessoas com deficência: vigiem mais, olhem mais, fiquem atentos ao que estão fazendo e como o fazem. É maravilhoso constatar que a sociedade participa na inclusão destas pessoas, mas não basta colocar uma rampa e pintar, é preciso verificar se, realmente, as rampas que estão sendo construídas estão facilitando a locomoção desse pessoal, se estão nas medidas exatas.

O importante é adaptar a loja, escritório, praça à pessoa com deficiência, o contrário é algo inviável. Senhores e senhoras donos de lojas, escritórios e responsáveis por vias públicas atentem ao fato de que todos possuem o direito de ir e vir com facilidade. Tornem a cidade mais linda, limpa e acessível.